Diversas vezes já fui questionado o que mata uma empresa, e sempre respondo da mesma maneira: “n” motivos podem matá-la, mas é tudo conseqüência das decisões do empreendedor. Um erro muito comum, e fatal, é iniciar um empreendimento sem analisar o mercado que este estará inserido.
Vamos comparar um determinado mercado com uma cachorrinha que acabou de criar, e cada loja seja um filhote, e ela possa amamentar apenas seis. Se ela tivesse três filhotes cada um teria leite suficiente para acabar com a fome, e se desenvolver mais que o normal. Se tivesse seis não passariam fome, mas não se desenvolveriam como aqueles três. Contudo, se fossem oito, ou dois morreriam ou quatro passariam fome, pois não haveria leite suficiente para todos. A mesma coisa acontecesse com o mercado, quanto mais lojas mais saturado ele fica.
No interior, que é onde ocorre um descaso ainda maior por parte dos empreendedores, essa prática se torna ainda mais freqüente. Já vi firmas que duraram três meses de existência, outras que duraram um pouco mais, mas mesmo mudando o ramo não conseguiram penetrar no outro mercado. Confesso que alguns poderiam até ser considerados especialistas e relatar de maneira muito mais “técnica” que a minha, tamanha a experiência no assunto.
Assim como tudo, desde que seja diagnosticado no principio, até nesses casos existe um remédio, e sua fórmula é bastante simples: faça o que as outras empresas não fazem. Invista nos seus pontos fortes e torne os pontos fracos das concorrentes os seus fortes. Crie um diferencial, algo atrativo, que chame a atenção dos consumidores, enfim, seja o que os outros não são.
Vamos comparar um determinado mercado com uma cachorrinha que acabou de criar, e cada loja seja um filhote, e ela possa amamentar apenas seis. Se ela tivesse três filhotes cada um teria leite suficiente para acabar com a fome, e se desenvolver mais que o normal. Se tivesse seis não passariam fome, mas não se desenvolveriam como aqueles três. Contudo, se fossem oito, ou dois morreriam ou quatro passariam fome, pois não haveria leite suficiente para todos. A mesma coisa acontecesse com o mercado, quanto mais lojas mais saturado ele fica.
No interior, que é onde ocorre um descaso ainda maior por parte dos empreendedores, essa prática se torna ainda mais freqüente. Já vi firmas que duraram três meses de existência, outras que duraram um pouco mais, mas mesmo mudando o ramo não conseguiram penetrar no outro mercado. Confesso que alguns poderiam até ser considerados especialistas e relatar de maneira muito mais “técnica” que a minha, tamanha a experiência no assunto.
Assim como tudo, desde que seja diagnosticado no principio, até nesses casos existe um remédio, e sua fórmula é bastante simples: faça o que as outras empresas não fazem. Invista nos seus pontos fortes e torne os pontos fracos das concorrentes os seus fortes. Crie um diferencial, algo atrativo, que chame a atenção dos consumidores, enfim, seja o que os outros não são.
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