Todos aqui já devem ter assistido algum filme, geralmente de ação, onde um determinado grupo militar havia planejado uma determinada situação, mas na prática foi completamente diferente. O que fez com precisassem fazer uso de um “plano B”, ou adaptar um às pressas.
Assim como nos filmes, as empresas que não possuem essa alternativa de planejamento correm sérios riscos de serem encurraladas e mortas por seus inimigos ou até pelo meio que estão (mercado e economia).
Imagina que você resolva fazer um investimento no setor produtivo da sua empresa (vamos supor que seja um frigorífico, e que vá comprar um equipamento que aumente o abate e processamento de carnes em 300 animais/dia). O mercado está em crescimento, com grande foco nas exportações e boa demanda também no interno. Pelo planejamento realizado, o próprio aumento da produção dará conta de do pagamento do maquinário. E você conseguirá pagá-lo em oito meses. Este ambiente favorável é levado em consideração e você opta por realizá-lo.
Depois de dois meses de bons resultados financeiros, surge uma suspeita de febre aftosa num estado vizinho, que é confirmada logo depois, e que mesmo não causando danos a saúde humana, interrompe as exportações, diminuindo ainda a demanda no mercado interno. Ou seja, tudo que havia planejado foi por água a baixo, e novas soluções terão que ser analisadas imediatamente para diminuir ao máximo possível as conseqüências dessa crise. Afinal, quem ia imaginar que isso ia acontecer?
É por isso que o “plano B”, “Plano C”, etc, é tão importante, e não só para administração de riscos, mas de sucesso também. Geralmente quando se analisa a viabilidade de um investimento em fundos e ações, são considerados: um ambiente otimista, um normal e um pessimista, para que assim o investidor tenha consciência do que está fazendo parte.
Tenha sempre outras cartas na mão, afinal, nunca se sabe a próxima carta que irá a mesa.
Assim como nos filmes, as empresas que não possuem essa alternativa de planejamento correm sérios riscos de serem encurraladas e mortas por seus inimigos ou até pelo meio que estão (mercado e economia).
Imagina que você resolva fazer um investimento no setor produtivo da sua empresa (vamos supor que seja um frigorífico, e que vá comprar um equipamento que aumente o abate e processamento de carnes em 300 animais/dia). O mercado está em crescimento, com grande foco nas exportações e boa demanda também no interno. Pelo planejamento realizado, o próprio aumento da produção dará conta de do pagamento do maquinário. E você conseguirá pagá-lo em oito meses. Este ambiente favorável é levado em consideração e você opta por realizá-lo.
Depois de dois meses de bons resultados financeiros, surge uma suspeita de febre aftosa num estado vizinho, que é confirmada logo depois, e que mesmo não causando danos a saúde humana, interrompe as exportações, diminuindo ainda a demanda no mercado interno. Ou seja, tudo que havia planejado foi por água a baixo, e novas soluções terão que ser analisadas imediatamente para diminuir ao máximo possível as conseqüências dessa crise. Afinal, quem ia imaginar que isso ia acontecer?
É por isso que o “plano B”, “Plano C”, etc, é tão importante, e não só para administração de riscos, mas de sucesso também. Geralmente quando se analisa a viabilidade de um investimento em fundos e ações, são considerados: um ambiente otimista, um normal e um pessimista, para que assim o investidor tenha consciência do que está fazendo parte.
Tenha sempre outras cartas na mão, afinal, nunca se sabe a próxima carta que irá a mesa.